Brasil teve média de 24 mortes por dia causadas por dengue no primeiro semestre

Escrito por   em 15/07/2024

Atualmente, número de óbitos passa de 4.500; são 6,3 milhões de casos prováveis.

 

Nos primeiros seis meses do ano, o  Brasil  registrou uma média de 23,8 mortes por dia causados por  dengue . Foram 4.333 óbitos confirmados até o fim de junho.

Até esta quinta-feira (11), o número de óbitos confirmados é de 4.500, sendo que outros 2.529 estão sendo investigadas.

O número deste ano já é o mais alto da série histórica. O registro mais alto era, até então, de 2023, com 1.179. Além disso, o Brasil tem, em 2024, a maior contabilização de   casos prováveis . Veja abaixo o número de óbitos dos últimos anos:

– 4.367 em 2024;

– 1.179 em 2023;

– 1.053 em 2022;

– 315 em 2021;

– 583 em 2020;

– 820 em 2019;

– 201 em 2018; e

– 180 em 2017.

De acordo com boletins da pasta, o Brasil registrou 163 mortes em janeiro, 227 em fevereiro, 601 em março, 1.082 em abril e 1.344 em maio. A quantidade de óbitos apresenta diminuição em junho, com 916. Este mês já foram 171 registros.  Confira na tabela abaixo :

 

Sobre casos prováveis da doença, o país teve 243 mil casos em janeiro, 729 mil em fevereiro e o ápice foi em março, com 1,6 milhão em março.

O valor diminuiu para 1,5 milhão em abril e 1,4 milhão em maio, e teve grande queda em junho, com 595.535. São 6,3 milhões de casos prováveis até esta quinta.   Veja na tabela abaixo :

 

São Paulo é a unidade da federação com mais óbitos registrados em 2024, com 1.354, seguido por Minas Gerais (794), Paraná (578), Distrito Federal (416) e Goiás (330). Somados, os quatro estados e o DF acumulam 77% do total de óbitos.

O Distrito Federal é a unidade da federação com maior taxa de incidência de casos prováveis, com 9.655,1 casos por 100 mil habitantes. Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e São Paulo aparecem em seguida, somando 77% do número absoluto de casos.

A faixa etária que mais registra casos de dengue é de 20 a 29 anos, com 1,15 milhão de casos, o que representa quase um em cada cinco casos. Na separação por gênero, as mulheres são a maioria a contrair a doença (54,8%).

 

FONTE: HOJE MAIS ANDRADINA


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